Política de aspectos e orbes
Método D5 que fixa cinco aspectos maiores, seus orbes v1, regras de seleção, limites interpretativos e regressão direta contra o runtime recorrente.
Os cinco aspectos maiores ptolemaicos descrevem relações angulares entre funções planetárias.
une duas funções planetárias na mesma região da longitude zodiacal; não é automaticamente fácil nem difícil
⚹ 60°descreve uma abertura cooperativa que ainda se beneficia de participação deliberada
□ 90°cria atrito que pode virar conflito, urgência ou competência por ajuste repetido
△ 120°permite circulação fácil entre funções, embora facilidade não seja igual a domínio
☍ 180°organiza experiência por polaridade e frequentemente expõe aquilo que é projetado em outra pessoa ou situação
Esta camada amplia a página com conteúdo canônico já versionado para esta rota, preservando contexto, contraste e limites da interpretação.
Método D5 que fixa cinco aspectos maiores, seus orbes v1, regras de seleção, limites interpretativos e regressão direta contra o runtime recorrente.
A baseline v1 limita o sistema principal aos cinco aspectos maiores para manter rastreabilidade entre geometria e interpretação. A política declara ângulos e orbes de forma versionada para que código, páginas e futuras exportações do app não desenvolvam tabelas divergentes.
Conjunção usa 0° com orbe máximo de 8°; Sextil 60° com 4°; Quadratura 90° com 8°; Trígono 120° com 8°; Oposição 180° com 8°. A seleção mede a distância entre a separação observada e o ângulo exato.
Orbe é margem metodológica em torno do aspecto exato. Menor orbe significa geometria mais próxima do valor de referência, mas a Lúmina não o converte em porcentagem objetiva de força psicológica, compatibilidade ou probabilidade de evento.
O runtime recorrente atual ordena aspectos por proximidade do exato e não publica, por padrão, estado aplicante ou separante. Uma futura versão só poderá introduzir essa distinção com velocidade relativa calculada e fixtures específicas.
Aspecto descreve relação angular entre duas funções planetárias. A síntese combina planeta A, planeta B, geometria e condição contextual. Conjunção concentra, oposição polariza, quadratura exige ajuste, trígono facilita circulação e sextil abre cooperação, sem converter geometria em julgamento moral automático.
Dois mapas com a mesma quadratura não são equivalentes se planetas, signos, casas e dispositores diferem. Também não se deve tratar todo trígono como benefício ou toda quadratura como problema: facilidade pode sustentar inércia e tensão pode mobilizar competência.
Se Marte e Saturno estão separados por 92°, a diferença para a quadratura exata é 2°, logo o aspecto entra no orbe v1 de 8°. A interpretação ainda precisa localizar as funções por signo, casa e condição antes de formular uma tese.